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O primeiro energético

No Brasil, quase todo lugar pela manhã, sentimos um aroma inconfundível, aroma esse que até quem não aprecia o sabor tem o olfato seduzido por sua forte essência. O cheiro é da bebida que no nosso país é um cartão de visita, uma cortesia comum com popularidade que só perde para a água. Só que não somos os primeiros a apreciar o famoso café e utilizar de seu efeito estimulante.

Na época das Grandes Navegações, o café já existia e era consumido há milhares de anos, entretanto, a sua difusão ocorreu no final do século XV propiciada pelas viagens de navio e o contato mais frequente com diferentes culturas sendo proibido para cristãos mais conservadores por quase 100 anos até a permissão do Papa, pois a bebida era considerada pagã por sua origem enraizada na cultura islâmica.

O café possui origem tão antiga e profunda na história humana que é contada através de mitos populares de origem etíope. Os povos africanos observaram o efeito energético dos frutos nos animais e passaram a consumir a pasta do café, especialmente guerreiros que precisavam manter seu vigor mesmo em situações de extremo desgaste físico.

Já no Brasil, milhares de anos depois, foi uma solução para a crise com a proibição do tráfico de escravos por parte da marinha inglesa no Oceano Atlântico e pouco depois com a própria abolição da escravatura em 1888. A fim de não perder seus investimentos arriscando financiar a escravidão de africanos, muitos investidores passaram a apostar no café arábico, trazido clandestinamente da Guiana Francesa no início do século XVIII, e em outros produtos para o mercado interno, uma vez que o Brasil já independente mantinha a política de exportar tudo o que produzia pagando caro para itens básicos importados.

O sucesso estava aí e o Brasil foi responsável no século seguinte por produzir mais café do que a soma do resto do mundo todo levando o nome do país para as cafeterias da Europa, da América do Norte e até na Ásia. Esse sucesso foi alavancado com a explosão das Revoluções Industriais na Europa onde o trabalhador do campo perdeu o poder dos meios de produção para tornar-se o operário. Essa nova modalidade de trabalhador, que vivia em condições paupérrimas, era incentivado a consumir o barato e fácil de preparar café para se manter em longas jornadas de mais de 10 horas de trabalho nas fábricas. Conforme fomos evoluindo industrialmente, o café teve para nós, na primeira metade do século passado, a mesma função que tinha para os europeus.

A história do que quer que seja não é linear e hoje, o café é uma bebida popular que de tão tradicional, tornou-se uma marca de nosso país e é uma das iguarias gastronômicas para quem nos visita e, ainda assim, sem deixar de ser um estimulante natural principalmente daqueles que dizem: “O dia só começa depois de uma xícara de café!”

Na Palmero trabalhamos com as conhecidas máquinas de café Nespresso que utilizam cápsulas de expresso que podem ser utilizadas com praticidade, que privilegiam um café de extrema qualidade e variedade com seus 23 tipos, além de carregar a bandeira da sustentabilidade e redução do desperdício. Entre em contato conosco para maiores informações, mas já que estamos falando de café… Venha até a nossa loja degustar um café com a gente e conhecer a máquina que melhor vai atender você!

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